"Quando uma única pessoa alega ter visto um espírito, é possível que esteja sofrendo de alucinações. Quando o mesmo espírito é visto por várias testemunhas, essa possibilidade fica bem reduzida. Quando as testemunhas são contadas às dezenas, não se pode mais falar de alucinação...
Na noite de 29 de dezembro de 1972, o jato Tristar L-1011 (vôo 401), da Eastern Airlines, caiu em um pântano da Flórida, provocando a morte de 101 passageiros e de toda a tripulação. Passados alguns meses, estranhas histórias começaram a circular entre os tripulantes da companhia. Segundo tais histórias, figuras espectrais, usando o uniforme dos funcionários de bordo, materializavam-se no interior das aeronaves que faziam a mesma rota do fatídico L-1011. Os diretores da empresa, temendo uma publicidade negativa, recomendaram às equipes de vôo que mantivessem silêncio com relação às aparições, mas os boatos continuaram se espalhando.
Finalmente os administradores da Eastern Airlines viram-se obrigados a encarar o fenômeno com seriedade. Começaram então a entrevistar os funcionários que haviam testemunhado as ocorrências. As aparições foram descritas como formas sólidas e tridimensionais, com aspecto de figuras vivas, mas que permaneciam caladas, impassivelmente sentadas na cadeira do piloto. Em todas as aparições, os espectros foram identificados como sendo o capitão Robert Loft e o engenheiro de vôo Don Repo, dois homens que perderam a vida no vôo 401. Outra conclusão foi a de que as aparições não aconteciam apenas nos aviões que operavam na mesma rota do jato acidentado. Elas se manifestavam com mais freqüência naquelas aeronaves Tristar que foram equipadas com peças recuperadas do desastre com o vôo 401. Os pesquisadores concluiram que não haviam sido transferidas apenas as peças do avião, mas também componentes de energia psíquica, a força vital dos seres humanos.
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