sexta-feira, 26 de novembro de 2010

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Conhecida como Lei Maria da Penha a lei número 11.340 decretada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva em 7 de agosto de2006; dentre as várias mudanças promovidas pela lei está o aumento no rigor das punições das agressões contra a mulher quando ocorridas no âmbito doméstico ou familiar. A leientrou em vigor no dia 22 de setembro de 2006, e já no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Bebês e crianças abandonados


Para os bebês, a mudança de quem recebe cuidados afeta muito o seu desenvolvimento emocional. O desconforto, o sofrimento, atrasam sua adaptação ao meio. A longo prazo, devido relações superficiais, elas, na sua maioria vão crescer como pessoas que não tem calor no contato com os semelhantes.http://www.guiainfantil.com/images/blog/200/285/001_small.jpg

Para os bebês abandonados, o nascimento representa um corte radical em relação a tudo o
que eles conhecem: a voz da mãe, os ruídos de seu corpo, a voz do pai, o ambiente familiar,
enfim, tudo aquilo que permite a um recém-nascido se situar nos primeiros momentos de
sua vida desaparece.

Por isso, a intervenção psicológica é muito necessária para esses bebês entregues aos cuidados institucionais, tentando garantir que, pelo menos uma vez, eles ouçam sua verdadeira escola.

Devem ser feitos esforços para a manutenção da maternidade, para proteger o desenvolvimento do bebê, e tentar minimizar os efeitos negativos da falta de uma figura materna, pois isso atrapalharia seu desenolvimento e de sua saúde mental.

Os bebês e crianças abandonados ou entregues para os cuidados institucionais contam
apenas com o suporte social. Como as agências que cuidam dessas crianças são poucas e com deficiências, fica quase impossivel serem supridas emocional e fisicamente. Por outro lado, a burocracia impede uma facilidade maior no processo de adoção.

A adoção, que deveria ser um processo sadio e uma saída para crianças abandonadas a se sentirem amadas, acolhidas, sendo supridas de toda rejeição, e falta de amor, infelizmente a cada dia descobre-se notícias e escândalos com abusos sexuais, espancamentos, torturas e até mesmo morte de crianças pelos próprios pais adotivos. Isso nos leva a questionar: Há saída para essas crianças?

Bebês e crianças abandonados


Para os bebês, a mudança de quem recebe cuidados afeta muito o seu desenvolvimento emocional. O desconforto, o sofrimento, atrasam sua adaptação ao meio. A longo prazo, devido relações superficiais, elas, na sua maioria vão crescer como pessoas que não tem calor no contato com os semelhantes.http://www.guiainfantil.com/images/blog/200/285/001_small.jpg

Para os bebês abandonados, o nascimento representa um corte radical em relação a tudo o
que eles conhecem: a voz da mãe, os ruídos de seu corpo, a voz do pai, o ambiente familiar,
enfim, tudo aquilo que permite a um recém-nascido se situar nos primeiros momentos de
sua vida desaparece.

Por isso, a intervenção psicológica é muito necessária para esses bebês entregues aos cuidados institucionais, tentando garantir que, pelo menos uma vez, eles ouçam sua verdadeira escola.

Devem ser feitos esforços para a manutenção da maternidade, para proteger o desenvolvimento do bebê, e tentar minimizar os efeitos negativos da falta de uma figura materna, pois isso atrapalharia seu desenolvimento e de sua saúde mental.

Os bebês e crianças abandonados ou entregues para os cuidados institucionais contam
apenas com o suporte social. Como as agências que cuidam dessas crianças são poucas e com deficiências, fica quase impossivel serem supridas emocional e fisicamente. Por outro lado, a burocracia impede uma facilidade maior no processo de adoção.

A adoção, que deveria ser um processo sadio e uma saída para crianças abandonadas a se sentirem amadas, acolhidas, sendo supridas de toda rejeição, e falta de amor, infelizmente a cada dia descobre-se notícias e escândalos com abusos sexuais, espancamentos, torturas e até mesmo morte de crianças pelos próprios pais adotivos. Isso nos leva a questionar: Há saída para essas crianças?

ADOTE UM BICHINHO!!!

A LIÇÃO DA CRIANÇA

Um velho sentava-se em sua cadeira de balanço dia após dia, prometendo a si mesmo Ele prometeu não sair dali até ver Deus.

Numa tarde, o velho balançando em sua cadeira, incansável em sua busca visual de Deus, viu uma garotinha brincando do outro lado da rua. A bola da garotinha rolou para o seu quintal, e ela correu em sua direção.

Ao abaixar-se para pegá-la, olhou para o velho e disse:
- Eu vejo o senhor todos os dias balançando-se em sua cadeira e olhando para o vazio... o que está procurando?

O Velho respondeu:
- Ah, minha querida, é jovem demais para entender.

- Talvez - respondeu a garota. Mas a minha mãe sempre me disse que se eu tivesse algo em minha cabeça, deveria falar sobre isso, para compreender melhor. Ela sempre diz: "Srta. Lizzy, compartilhe os seus pensamentos." Compartilhe, compartilhe, compartilhe, é o que sempre diz.

- Bem Srta. Lizzy, eu não acho que poderia ajudar-me - resmungou o velho.

- Possivelmente não, senhor, mas talvez eu possa ajudar apenas ouvindo.

-Está bem, criança, eu estou procurando por Deus.

Intrigada Srta. Lizzy perguntou:
- Com o devido respeito, o senhor balança para a frente e para trás nessa cadeira dia após dia à procura de Deus?

- Sim. Preciso acreditar antes da minha morte, que existe um Deus. Preciso de um sinal - respondeu o velho.

Bastante confusa com as palavras do velho ela disse:
- Um sinal, senhor? Um sinal? Senhor, Deus dá-lhe um sinal quando o senhor respira, sente o cheiro de flores frescas, ouve os pássaros cantando e todos os bebês nascem. Ele dá-lhe um sinal quando o senhor ri e chora, quando sente as lágrimas saindo de seus olhos. Isso é um sinal em seu coração para abraçar e amar. Deus dá-lhe um sinal no vento, no ar-íris e na mudança das estações.

- Todos os sinais estão aí, mas o senhor não acredita neles. Deus está no senhor e em mim. Não existe procura, porque ele, ela ou seja lá o que for está aqui o tempo todo.

Com uma das mãos em sua cintura e brandindo a outra no ar, a Srta. Lizzy continuou:
- Minha mãe diz: "Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos, pois ver Deus é ver as coisas simples, ver a vida em tudo."

- Srts Lizzy, é muito perspicaz em sua compreensão de Deus, mas o que fala ainda não é o bastante.

Lizzy caminhou até o velho, colocou as suas mãos infantis sobre o coração dele e falou suavemente em seu ouvido:
- Senhor, isso vem daqui, não de lá. - E apontou para o céu. Encontre-o primeiro em seu coração, em seu próprio exemplo. Então verá os sinais.

- Quando atravessava novamente a rua para ir embora, ela virou-se para o velho e sorriu e ao inclinar-se para sentir o cheiro das flores, gritou: - Minha mãe sempre diz: "Se você estiver procurando algo monumental, é porque fechou os olhos.